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4 DE NOVEMBRO: SALVE O DIA NACIONAL DA FAVELA!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Dia nacional da favelaDesde a sua criação em 1904, as Favelas são vistas pela maior parte da sociedade como sinônimo de miséria, fome, desigualdade e violência. Entretanto, a instituição e celebração deste dia objetiva justamente a quebra desses paradigmas e, sobretudo apresentar a todos o pólo sócio-cultural e o poder criativo e inovador existente dentro desses espaços.

Além de ser um marco para a possibilidade de um novo olhar sobre esses lugares, a comemoração do Dia da Favela resgata a auto-estima e a cidadania das pessoas que residem nessas comunidades.

A Central Única das Favelas, representante legítima dessa parcela da população, deseja contribuir com a valorização e o ressignificado desses territórios iniciando uma campanha junto às Instituições Públicas, Privadas, Terceiro Setor e Líderes Comunitários entre outros à contribuição e difusão do Dia da Favela.

Não diferente dos anos anteriores, a CUFA em parceria com a Globo Rio e a Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos promoverão shows musicais, seminário e apresentações artísticas, construindo uma rede de solidariedade, mobilizando e unindo a sociedade para a prestação de serviços gratuitos relevantes e, paralelamente, fazendo com que a população moradora de favelas se sinta integrada ao meio social.

É importante destacar que trata-se de um evento de adesão, podendo todos os interessados participarem dessa grande festa, bastando se cadastrar no site DIA DA FAVELA.

Esta é mais que uma convocação, é um convite a celebrar o (mais…)

FAVELAS DA ZONA SUL TEM MEMÓRIA

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Rocinha (São Conrado)

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Os primeiros moradores da Rocinha começaram a se estabelecer nas terras da antiga fazenda Quebra-Cangalha por volta de 1930, quando toda a área onde antes existiam grandes engenhos de açúcar foi repartida em pequenas chácaras. Os produtos cultivados pelas famílias que se fixaram ali – a maioria invasores que haviam perdido tudo com a crise do café em 1929 – eram colocados a venda na feira da Praça Santos Dumont, que na época abastecia toda a Zona Sul carioca. O nome Rocinha, no entanto, só começaria a ser usado em meados dos anos 30. Segundo os moradores mais antigos da favela, quando os fregueses perguntavam de onde vinham as frutas e legumes vendidos na Praça Santos Dumont, todos diziam que era de uma tal “rocinha” no Alto Gávea. E o nome acabou pegando.

Considerado atualmente o primeiro imóvel construído na Rocinha, a casa número 1 da Estrada da Gávea chegou a ter suas obras embargadas pelo prefeito Pedro Ernesto em 1932. Segundo ele, os moradores teriam se apropriado indevidamente do terreno. Mas a lentidão no julgamento do processo acabou incentivando novas invasões nos anos posteriores. Surgiram assim os primeiros barracos de madeira na região.

(O pequeno sobrado na Estrada da Gávea que deu origem à Rocinha foi transformado em Centro Cultural em 2003 por decreto do ministro da Cultura Gilberto Gil).

A Rocinha chegou a ser conhecida como a maior favela da América Latina nos anos 80. Segundo cálculos da época, cerca de 200 mil pessoas moravam no morro. Os números atuais, mais realistas, colocam a Rocinha ainda como uma das maiores favelas do Rio com pouco mais de 50 mil moradores (Censo 2000).

O período de maior crescimento aconteceu durante o ‘boom’ imobiliário dos bairros de Ipanema, Leblon, Gávea e Jardim Botânico nos anos 50 e 60, quando milhares de nordestinos se fixaram na favela atraídos pelas oportunidades na construção civil.

Outras fontes na favela dizem que o nome Rocinha seria uma referência à (mais…)

WILLIAM DE OLIVEIRA: UM FILHO DA ROCINHA

sábado, 13 de março de 2010

*Por: Jose Luiz Lima

ARQUIVO PESSOAL DE WILLIAM DE OLIVEIRA - "Que daria eu ao Senhor por todos os benefícios que tem me feito..salmos 116-12"Willian de Oliveira, Willian da Rocinha ou Willian DJ de fato e de direito é a mesma pessoa, não são personagens diferentes de uma mesma história. Antes de escrever este artigo perguntei para ele se poderia escrever alguma coisa a respeito de sua trajetória de vida. Ele respondeu que sim. E aqui estou eu.

Conheci o Willian no tempo que eu ainda morava na Rocinha. O primeiro Willian que conheci foi o DJ que promovia festas e bailes nas comunidades. Ele tinha uma empresa de eventos. Desde o primeiro contato com ele, alguma coisa me chamou a atenção naquele jovem que gostava de promover festas e agitar o pessoal com os balanços musicais que ele tocava. Logo entendi o apelido de Willian DJ, não era só porque ele tocava nas festas, mas porque o DJ era um diferencial que o identificava junto aos seus pares e também para outras pessoas. Ele não era só mais um Willian, ele era o Willian DJ.

Marcada esta identidade positiva para (mais…)

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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

DATA DA POSTAGEM ORIGINAL: 26/10/2007

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