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Redução da jornada e do emprego
Em breve, será aprovada a redução de jornada de trabalho sem a redução de salários
Aparentemente, será um benefício para o trabalhador e um estímulo para a geração de empregos, não é? Parece que sim, mas atenção leitor, porque na prática esta medida vai ser uma das mais nefastas da história.

Reduzir jornada de trabalho, pela via constitucional, padronizando essa medida à micro, pequena e média empresa, é uma sentença de morte ao empregador e, consequentemente, ao empregado.

Para a empresa, nem se fala, uma vez que o pagamento da hora trabalhada em forma de salário vai aumentar, como se as empresas estivessem vivendo em um mundo colorido onde existe pouco tributo e pouca competição, dentro e fora do Brasil.

Medidas populistas como essa, no campo do trabalho, geram uma conta que vai, como sempre, para empregados e empregadores, isso porque os políticos não se preocupam com o emprego, muito menos com as empresas, apesar de sempre demonstrarem para os eleitores que defendem ambos.

Aliás, a sociedade já compreendeu com quem os políticos, salvo raríssimas exceções, têm compromisso, não é?

É só olhar para a infecção generalizada no Congresso Nacional. Pois é, leitor, são os mesmos que se dizem preocupados com a classe empresarial e trabalhadora.

Se, tecnicamente, está comprovado que a redução de jornada de trabalho não gera necessariamente empregos, então por que o Congresso está tendencioso a apoiar essa proposta?

Que não se enganem os ingênuos, essa medida é populista e eleitoreira, afinal qual parlamentar, em véspera de eleição, não vai dizer que votou pela redução da jornada de trabalho para "defender" o trabalhador?

É isso é que está por trás da redução da jornada de trabalho.

No âmbito das relações do trabalho, o fato é muito simples. Tudo se resume a duas perguntas: quanto custa os direitos trabalhistas? E quem paga por eles?

De certo, o maior encargo social para a empresa ou para o Estado que contrata via Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) sempre é pago pela sociedade.

Se isso custa caro, que se dane! Afinal, como ponderam alguns procuradores do Trabalho, o Ministério Público se preocupa só com o trabalhador, não é?

Como todos sabem, quanto mais caro fica contratar, menos se emprega. Essa é uma relação de causa e efeito. Não precisa ter Q.I. elevado para chegar a essa conclusão.

Esta conta salgada, caro leitor, tem nome e sobrenome: desemprego e informalidade.

Este é o presente que vamos receber, em nome - pasmem- da defesa do emprego!

Coitadas das micro, pequenas e médias empresas, que já não suportam o custo de contratação mais elevado do planeta, e ainda se vêem diante de um arrocho desse tamanho.

É triste ver os parlamentares compromissados somente com as benesses do poder e sindicalistas que vivem de contribuição compulsória descontada da folha de pagamentos dos empregados, faturando nas costas das empresas e de seus trabalhadores, aqueles que dizem ser os maiores beneficiados com a redução da jornada de trabalho.

Aliás, quanto custa esses tais direitos?

Só para lembrar, quem é que paga a conta mesmo?

Em breve, será aprovada a redução de jornada de trabalho sem a redução de salários. Aparentemente, será um benefício para o trabalhador e um estímulo para a geração de empregos, não é? Parece que sim, mas atenção leitor, porque na prática esta medida vai ser uma das mais nefastas da história.

Reduzir jornada de trabalho, pela via constitucional, padronizando essa medida à micro, pequena e média empresa, é uma sentença de morte ao empregador e, consequentemente, ao empregado.

Para a empresa, nem se fala, uma vez que o pagamento da hora trabalhada em forma de salário vai aumentar, como se as empresas estivessem vivendo em um mundo colorido onde existe pouco tributo e pouca competição, dentro e fora do Brasil.

Medidas populistas como essa, no campo do trabalho, geram uma conta que vai, como sempre, para empregados e empregadores, isso porque os políticos não se preocupam com o emprego, muito menos com as empresas, apesar de sempre demonstrarem para os eleitores que defendem ambos.

Aliás, a sociedade já compreendeu com quem os políticos, salvo raríssimas exceções, têm compromisso, não é?

É só olhar para a infecção generalizada no Congresso Nacional. Pois é, leitor, são os mesmos que se dizem preocupados com a classe empresarial e trabalhadora.

Se, tecnicamente, está comprovado que a redução de jornada de trabalho não gera necessariamente empregos, então por que o Congresso está tendencioso a apoiar essa proposta?

Que não se enganem os ingênuos, essa medida é populista e eleitoreira, afinal qual parlamentar, em véspera de eleição, não vai dizer que votou pela redução da jornada de trabalho para "defender" o trabalhador?

É isso é que está por trás da redução da jornada de trabalho.

No âmbito das relações do trabalho, o fato é muito simples. Tudo se resume a duas perguntas: quanto custa os direitos trabalhistas? E quem paga por eles?

De certo, o maior encargo social para a empresa ou para o Estado que contrata via Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) sempre é pago pela sociedade.

Se isso custa caro, que se dane! Afinal, como ponderam alguns procuradores do Trabalho, o Ministério Público se preocupa só com o trabalhador, não é?

Como todos sabem, quanto mais caro fica contratar, menos se emprega. Essa é uma relação de causa e efeito. Não precisa ter Q.I. elevado para chegar a essa conclusão.

Esta conta salgada, caro leitor, tem nome e sobrenome: desemprego e informalidade.

Este é o presente que vamos receber, em nome - pasmem- da defesa do emprego!

Coitadas das micro, pequenas e médias empresas, que já não suportam o custo de contratação mais elevado do planeta, e ainda se vêem diante de um arrocho desse tamanho.

É triste ver os parlamentares compromissados somente com as benesses do poder e sindicalistas que vivem de contribuição compulsória descontada da folha de pagamentos dos empregados, faturando nas costas das empresas e de seus trabalhadores, aqueles que dizem ser os maiores beneficiados com a redução da jornada de trabalho.

Aliás, quanto custa esses tais direitos?

Só para lembrar, quem é que paga a conta mesmo?

Fonte: Eduardo Pastore, Mestre em Direito das Relações Sociais pela PUC/SP, membro do Conselho Superior de Assuntos Jurídicos e Legislativos da FIESP, CONJUR.
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